sábado, 11 de fevereiro de 2012

LER E SE ORIENTAR E O MELHOR PARA SE ATUALIZAR!!

Formas criativas para estimular a mente de alunos com deficiência

O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los

Cinthia Rodrigues (novaescola@atleitor.com.br)
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Foto: Tatianal Cardeal
CONCENTRAÇÃO Enquanto a turma lê fábulas, Moisés faz desenhos sobre o tema para exercitar o foco. Foto: Tatianal Cardeal
De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.

Mas por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.
No geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público (leia a definição no quadro desta página). São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). As características de todas as outras deficiências você pode ver no especial Inclusão, de NOVA ESCOLA (leia o último quadro).

A importância do foco nas explicações em sala de aula 
Foto: Marcelo Almeida
SIGNIFICADO Na sala de recursos, elaboração de livro sobre a vida dos alunos deu sentido à escrita. Foto: Marcelo Almeida
Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.

A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
O que é a deficiência intelectual?
É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.
Foi o que fez a professora Marina Fazio Simão, da EMEF Professor Henrique Pegado, na capital paulista, para conseguir a atenção de Moisés de Oliveira, aluno com síndrome de Down da 3ª série. "Ele não ficava parado, assistindo à aula", lembra ela. Este ano, em um projeto sobre fábulas, os avanços começaram a aparecer. "Nós lemos para a sala e os alunos recontam a história de maneiras diferentes. No caso dele, o primeiro passo foram os desenhos. Depois, escrevi com ele o nome dos personagens e palavras-chave", relata ela.

Escrita significativa e muito bem ilustrada 
Foto: Léo Drumond
COMUNICAÇÃO Vinicius superou o isolamento e melhorou a interação em atividades com imagens e sons. Foto: Léo Drumond
A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.

A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.

Quem não se comunica... pode precisar de interação
Outra característica da deficiência intelectual que pode comprometer o aprendizado é a dificuldade de comunicação. A inclusão de músicas, brincadeiras orais, leituras com entonação apropriada, poemas e parlendas ajuda a desenvolver a oralidade. "Parcerias com fonoaudiólogos devem ser sempre buscadas, mas a sala de aula contribui bastante porque, além de verbalizar, eles se motivam ao ver os colegas tentando o mesmo", explica Anna, da Unesp.

Essa limitação, muitas vezes, camufla a verdadeira causa do problema: a falta de interação. Nos alunos com autismo, por exemplo, a comunicação é rara por falta de interação. É o convívio com os colegas que trará o desenvolvimento do estudante. Para integrá-lo, as dicas são dar o espaço de que ele precisa mantendo sempre um canal aberto para que busque o educador e os colegas.

Para a professora Sumaia Ferreira, da EM José de Calazans, em Belo Horizonte, esse canal com Vinicius Sander, aluno com autismo do 2º ano do Ensino Fundamental, foi feito pela música. O garoto falava poucas palavras e não se aproximava dos demais. Sumaia percebeu que o menino insistia em brincar com as capas de DVDs da sala e com um toca-CD, colocando músicas aleatoriamente. Aos poucos, viu que poderia unir o útil ao agradável, já que essas atividades aproximavam o menino voluntariamente. Como ele passou a se mostrar satisfeito quando os colegas aceitavam bem a música que escolheu, ela flexibilizou o uso do aparelho e passou a incluir músicas relacionadas ao conteúdo. "Vi que ele tem uma memória muito boa e o vocabulário dele cresceu bastante. Por meio dos sons, enturmamos o Vinicius."
Especial Inclusão

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Mais Exemplos!!!!!!!!!!

Educadores como você...

Carla anda de cadeira de rodas. George é cego. Rodrigo e Patrícia são surdos. Débora tem síndrome de Down. Além de possuírem algum tipo de deficiência, eles têm mais coisas em comum: cresceram numa época em que inclusão ainda era uma palavra que não significava a total integração à escola e à sociedade de pessoas com necessidades educacionais especiais. Mesmo assim, os cinco lutaram contra preconceitos, conquistaram espaço no mercado de trabalho e hoje são EDUCADORES COMO VOCÊ...

Voltar a sonhar
Carla Costa Kind da Silva, professoraA dor que a professora Carla Costa Kind da Silva sentiu nas costas numa noite de1994 foi tão intensa que ela desmaiou. Quando acordou, no centro de tratamento intensivo de um hospital do Rio de Janeiro, ela não mexia nem o pescoço. Segundo os médicos, uma inflamação na medula tinha deixado Carla paralisada para sempre. "Senti que era o fim de meus sonhos." Aos 23 anos, Carla estava noiva havia três meses, tinha mais um ano para se formar em Ciências Sociais e planejava fazer mestrado... Sem perspectiva de melhora, ela propôs o fim do noivado, mas o bombeiro Sérgio Sousa da Silva não quis nem ouvir seus argumentos e tomou uma decisão radical. Mudou-se para a casa dela e começou a estudar acupuntura, shiatsu, ioga, fitoterapia e fisioterapia para ajudá-la no tratamento. Tão misteriosa quanto o aparecimento da doença tem sido sua recuperação. Contra todas as previsões, em seis meses ela movimentava os braços e hoje consegue ficar em pé sobre uma das pernas. Aceitar as limitações não foi fácil. No início, ela não queria sair de casa por vergonha da cadeira de rodas, mas a família decidiu "arrastá-la". Sábia decisão. Dali em diante, sua postura mudou. Carla retomou os estudos e lutou para voltar a lecionar. Há seis anos, casou-se com Sérgio - de véu e grinalda - e teve o prazer de entrar na igreja andando, amparada pelos pais. Há dois anos, deu à luz André Luiz, deixando muita gente espantada. Assim como cuida do filho, Carla dá conta da turma de Educação Infantil do CIEP Yuri Gagarin, onde nem tudo está adaptado à sua condição. A rampa de entrada é íngreme e perigosa, mas na sala há espaço para circular com a cadeira de rodas. Hoje, aos 35 anos, ela faz valer seus direitos, exerce com prazer a profissão que escolheu e encara a vida com alegria.

Pela luz dos olhos dele
George Gomes de Oliveira, estudante
Ao visitar uma escola, no final de 2004, o então estudante de História George Gomes de Oliveira ouviu de um aluno:
- Você não enxerga nada?
- Nada, nadinha...
- E vai dar aula pra gente no ano que vem?
- Pode ser. Por quê?
- Vixe! Já pensou se você entrar na sala e todos nós sairmos de mansinho?
- Eu não enxergo um palmo à frente do nariz. Aliás, nem o nariz eu enxergo. Mas sei dar aula direitinho!
esse mesmo bom humor, o professor Georges e apresentou no ano passado às 12 turmas da EE Francisco de Paula Antunes, em Brasília de Minas, a 450 quilômetros de Belo Horizonte. Ele perdeu a visão do olho direito aos 6 anos, ao cair de um cavalo. Aos 12, a retina esquerda também o deixou na mão. Desanimado, parou de estudar. O garoto voltou à escola só aos 19 anos, quando fez supletivo e aprendeu braile. Seu sonho era fazer Processamento de Dados. "Queria usar softwaresque obedecessem a comandos de voz." Aprovado na seleção, não pôde fazer o curso, pois a escola técnica não estava preparada para receber cegos. Que decepção! No Ensino Médio, conheceu um professor de História que, para driblar a gagueira, entrava na sala declamando a matéria. "Essa estratégia fantástica me fez pensar em lecionar." Um outro professor, de Física, sugeriu que ele gravasse as aulas. Um santo conselho. Hoje seu acervo tem mais de 350 fitas, incluídas as da faculdade. Passar no vestibular da Universidade Estadual de Montes Claros foi moleza. "Só percebemos que George era cego no quinto dia de aula", lembra Leandro Mendes, colega de graduação e de profissão. Professor conservador, em sua própria avaliação, George, 33 anos, decora o conteúdo por tópicos depois de ouvi-los nas fitas. Em classe, dita para uma aluna, que passa tudo no quadro - para onde ele aponta durante as explicações, como se estivesse destacando alguma informação. Só nos dias de prova Leandro vem ajudá-lo. "É para ver se ninguém está colando."

"Eu gosto de ensinar"Patrícia Alessandra Luciano Campos e Rodrigo CésarBaltazar Campos
Patrícia Alessandra Luciano Campos, 31 anos, é pura tranqüilidade. O marido, Rodrigo César Baltazar Campos, 35, é agitado e grande contador de histórias. Os dois são surdos e ainda eram adolescentes quando se conheceram. Hoje vivem num espaçoso apartamento em Florianópolis com o filho, Lucas. O garoto, de 6 anos, é muito apegado aos pais, apesar de eles se comunicarem em uma língua diferente. Lucas ouve perfeitamente. Para que desenvolvesse a fala, contou com o estímulo dos avós e da babá e foi para a escola logo depois do primeiro aniversário. Ele ainda não conhece muito bem a Língua Brasileira de Sinais (libras), mas vai aprender. Afinal, a mãe é professora da matéria. "Foi ela quem me ensinou libras", recorda Rodrigo, que, quando garoto, enfrentou muitos problemas na escola. Língua de sinais, naquele tempo, nem pensar! A dificuldade em Língua Portuguesa o levou a ser reprovado várias vezes. Patrícia também enfrentou desafios. Os pais dela, assim como os de Rodrigo, queriam que Patrícia só fosse oralizada (aprendesse a falar). Ela até consegue falar um pouco e, quando não se faz entender, usa mímica, aponta ou escreve. Mas, rebelde como qualquer adolescente, aprendeu libras escondido. Em março, o casal se formou em Pedagogia e sabe bem o valor de uma escola preparada para lidar com as diferenças. Além da linguagem de sinais, Patrícia ensina Língua Portuguesa para os alunos surdos da Escola Básica Donícia Maria da Costa. Rodrigo trabalha na administração da empresa da família e começou este ano a dar aulas de Matemática na sala de apoio da mesma escola. "Meu maior orgulho foi ver uma aluna da 7a série tirar10 na prova. Ela só tinha notas vermelhas", conta. Na foto, Rodrigo diz com as mãos: "Eu gosto". E Patrícia, completa: "De ensinar".

Questão de estímulo
Débora Araújo Seabra de Moura"Tenho síndrome de Down e não quero ser discriminada. Vim cursar o Magistério e vou até o fim." Assim Débora Araújo Seabra de Moura se apresentou aos colegas na EE Luís Antônio, em Natal. Apesar da atitude firme, enfrentou professores que a consideravam incapaz e colegas que abusavam de sua bondade. Débora escreveu uma carta para a diretora relatando o tratamento de que era vítima. Ao se formar, mandou convite para todos os antigos mestres. Os pais, a advogada Margarida e o psicanalista José Robério, comemoraram mais essa etapa de luta por espaços e estimulação que começou quando a filha nasceu. A equipe da Escola Doméstica - onde ela cursou parte do Ensino Fundamental - ofereceu classes para a jovem estagiar. "Queríamos ajudá-la... Que paternalismo! É ela quem nos ensina, e muito", diz a vice-diretora, Cristine Rosado. Débora, 25 anos, é professora auxiliar de uma turma com 27 crianças, de 3 e 4 anos. Trabalha como voluntária porque, se for registrada, perde o direito a pensão em caso de morte dos responsáveis (os pais lutam para mudar a lei). Débora faz o planejamento das aulas com a professora titular e, com uma orientadora pedagógica, em casa, pesquisa e traça metas individuais. Ela mantém um diário em que anota tudo o que acontece na escola. "Tenho um aluno agressivo. Se ele continuar assim, vai ficar sem amigos", escreveu no ano passado. Ela conversou com o menino e com os pais dele. No final do ano, o garoto havia mudado. "Fiquei emocionada quando ele me disse que eu era ótima professora."
Fonte: Revista Nova Escola: Inclusão Social e Profissional/ Educadores como você

Fique atentos !!!!!!!!

Gente Famosa com Deficiência
foto de famosos com deficiência

foto - personalidades (Alexander Pope, Beethoven, Christopher Reeve)Inúmeros homens e mulheres de séculos passados conseguiram a proeza de eternizar seus nomes na História, apesar de suas deficiências.

Nos anos atuais muitos indivíduos também têm tido sucesso excepcional em suas vidas,
mesmo com problemas limitadores.
foto - personalidades (Ray Charles, Helen Keller, Andrea Bocelli)
O Centro de Referências FASTER acha que vale a pena olharmos de perto esse assunto, porque considera que nossa sociedade não pode permitir que essas pessoas e seus feitos marcantes desapareçam do conhecimento humano e fiquem mergulhados no eterno silêncio.


.foto - famosos do passado com deficiência.............
 
Dentre muitos daqueles que se destacaram em suas atuações nos mais variados
campos, tanto no passado quanto no presente, ressaltamos os seguintes:

- A -
Abraham Lincoln, presidente dos EUA (Síndr. de Marfan)
Agatha Christie, escritora (dislexia)
Albert Einstein, cientista (dislexia)
Alexander Graham Bell, inventor - telefone (dislexia)
Alexander Pope, escritor (malformações congênitas)
Andrea Bocelli , cantor (cegueira)
Ana Rita de Paula, psicologa (mal congênito progressivo)
Anette Funicello, atriz (esclerose múltipla)
Anisis, faraó da IV Dinastia (cegueira)
Antonio de Cabezón, músico (cegueira)
Antonio Feliciano de Castilho , literato (cegueira)
Antonio Francisco Lisboa, (Aleijadinho) escultor
Ápio Cláudio, cônsul romano (cegueira)
Arthur Ashe, tenista (HIV positivo)
Arthur Clark, (poliomielite)
Auguste Renoir, pintor (artrite reumatóide)
Auguste Rodin, escultor (dislexia)

- B -
Ben Johnson, esportista (dislexia)
Bertha Galeron de Calonne (cegueira e defic. auditiva)
Bispo Hincmar, religioso (cegueira)
Bob Dole, (deficiencia no braço direito)
Boris Casoy, jornalista (poliomielite)
Bruce Jenner, (deficiência de aprendizado)

- C -
Caio Júlio César imperador romano (tumor cerebral)
Célia Leão , deputada estadual (paraplegia)
Cesar Torres Coronel (cegueira e deficiencia auditiva)
Charles Darwin, cientista (dislexia)
Charlton Heston, ator de cinema (mal de Alzheimer)
Chris Burke, ator americano (síndrome de Down)
Christopher Reeve, artista de cinema (tetraplegia)
Christy Brown, escritor e artista plástico (paralisia cerebral)
Cláudio imperador romano (deficiências múltiplas)
Constantino IX, imperador bizantino (artrite reumatóide)

- D -
Dan Inouye, político americano (amputação)
Demócrito, filósofo (cegueira)
Dennis Byrd, astro do futebol americano (paraplegia)
Dídimo, diretor Escola de Alexandria (cegueira)
Donald Sutherland, ator de cinema (poliomielite)
Dorina Nowill, presidente de fundação (cegueira)
Dorothea Lange, (cegueira)
Douglas Bader, aviador II Guerra (amputado das pernas)
Dwight Mackintosh, (deficiência mental)

- E -
Enrico Dandolo, doge de Veneza (cegueira)
Ernesto Nazareth, compositor (deficiência auditiva)
Eugenio Malossi, (cegueira e deficiência auditiva)
Eveno, advinho grego (cegueira)

- F -
Felipe III, rei da Macedônia (deficiência mental)
Fineu, rei da Tracia (cegueira)
Francisco Goya, pintor (deficiência auditiva)
Frank Williams, ex-piloto (paraplegia)
Franklin D. Roosevelt, estadista (poliomielite)
Frida Kahlo, pintora (poliomielite)

- G -
Galba, imperador romano (artrite reumatóide)
Galileu Galilei, cientista (cegueira)
General Belisário, general bizantino (cegueira)
Goetz Von Berlichingen, herói medieval (braço amputado)
Greg Louganis, (dislexia)
Gretchen Josephson, (deficiência mental)
Gustave Flaubert, (dislexia)

- H -
Hans Christian Andersen, escritor (dislexia)
Harriet Tubman, (lesão traumática cerebral)
Harry Belafonte, artista de cinema (dislexia)
Heather Whitestone, miss EUA (deficiência autitiva)
Hegesistrato, advinho grego (amputação)
Helen Keller, escritora (cegueira e deficiência auditiva)
Henri Toulouse Lautrec, pintor (problema congênito)
Henry Fawcett, economista e político (cegueira)
Henry Holden, (poliomielite)
Homero, poeta épico grego (cegueira)

- I -
Ida Lupino, artista de cinema (polio)
Ikhnaton, faraó egípcio (epilepsia)
Itzhak Perlman, violinista (poliomielite)
Isaac, patriarca hebreu (cegueira)

- J -Jackie Stewart, ex piloto de corridas (dislexia)
Jacques Nicholas Thierry, cientista (cegueira)
Jacó, patriarca hebreu (lesão traumática)
Jim Abbott, (amputação de mão)
João do Pulo, atleta (amputação)
João Paulo II, papa (mal de Parkinson)
Joaquin Rodrigo, compositor espanhol (cegueira)
Johannes Kepler, cientista (deficiência visual)
John F. Kennedy, estadista (lesão na coluna)
John Metcalf, (cegueira)
John Milton, poeta inglês (cegueira)
John Wesley Powell, (cegueira)
Jorge Luis Borges, poeta (cegueira)
José Feliciano, (cegueira)
- K -
Katherine Hepburn, atriz de cinema (mal de Parkinson)
Katia, cantora (cegueira)

- L -
Labda, mãe do rei Cipselo (malformação congênita)
Lars Grael, iatista (amputação de perna)
Laura Bridgman, (cegueira e deficiência auditiva)
Leonard C. Dowdy, (cegueira e deficiência auditiva)
Leonardo DaVinci, inventor (dislexia)
Leonhard Euler, cientista (cegueira)
Lex Frieden, lider mundial (quadriplegia)
Licurgo, Rei da Tracia (cego)
Lord Byron, (pé defeituoso)
Loretta Claiborne, atleta (deficiência mental)
Lou Ferrigno, ator (deficiência auditiva)
Louis Braille, (cegueira)
Lucille Ball, atriz de cinema (artrite reumatóide)
Ludwig Van Beethoven, compositor (deficiência auditiva)
Luiz de Camões, escritor (deficiência visual)
Luis III, Rei da Provença e da Itália (cegueira)

- M -
Magic Johnson, jogador de basquete (HIV positivo)
Margaux Hemmingway, atriz de cinema (dislexia)
Maria de Lourdes Guarda, (paraplégica)
Marie Therese Von Paradis, pianista (cegueira)
Marla Runyan, corredora olímpica (cegueira)
Marlee Matlin, (deficiência auditiva)
Mel Ferrer, ator e diretor de cinema (poliomielite)
Mel Tillis, cantor e compositor (gagueira)
Mia Farrow, atriz de cinema (poliomielite)
Mike Utley, jogador de futebol americano (tetraplegia)
Mohammed Ali, pugilista (mal de Parkinson)
Moisés, Patriarca Hebreu (gagueira)

- N -
Nelson Ned, cantor (nanismo)
Nelson Rockefeller, (dislexia)
Nicholas Saunderson, Matemático e cientista (cegueira)
Noé, Patriarca Hebreu (albinismo)

- O -
Olga Ivanovna Skorojodova, psicóloga (cega/def. auditiva)
Othon, Imperador (defeito nas pernas)
Oliver Reed, ator inglês (dislexia)

- P -
Patricia Neal, (hemiplegia)
Peter Falk, artista de cinema (cegueira parcial)

- R -
Ragnhild Kaata, (cegueira e deficiência auditiva)
Ray Charles, cantor (cegueira)
Renata Tebaldi, cantora lírica (poliomielite)
Richard Pryor, ator de cinema (esclerose múltipla)
Robert J. Smithdas, (cegueira e deficiência auditiva)
Robin Williams, ator (dislexia)
Ronald Reagan, estadista (mal de Alzheimer)
Ronnie Milsap, (cegueira)
Rosangela Berman Bieler, presidente IIDI (paraplegia)
Roma, porteiro de templo egípcio (poliomielite)

- S -
Sammy Davis Jr., artista (deficiência visual)
Sandy Duncan, (deficiência visual)
Santo Egídio, (lesão física)
Santo Herveu, (cegueira)
São Paulo Apóstolo, (deficiência visual)
Sarah Bernhardt, (amputação de perna)
Septímio Severo, (deficiência física)
Siptah, faraó egípcio (poliomielite)
Stephen Hawking, físico (esclerose amiotrófica)
Stevie Wonder, cantor (cegueira)
Sundiata, rei Mali (deficiência física)

- T -
Teddy Pendergrass, compositor (tetraplegia)
Thomas A. Edison, inventor (dislexia e deficiência auditiva)
Thomas Blacklock, poeta (cegueira)
Terence Parkin, nadador (deficiência auditiva)
Tiresias, sábio grego(cegueira)
Tirteu, professor ateniense (deficiência física)
Tobias, personagem bíblico (cegueira)
Tom Cruise, artista de cinema (dislexia)
Tutankhamon, faraó egípcio (síndrome de Klippel-Feil)

- V -
Valise Amadescu, (cegueira e deficiência auditiva)
Vincent Van Gogh, pintor (dislexia)
Vitélio, imperador romano (deficiência física)

- W -
Walt Disney, empresário e desenhista (dislexia)
Walter Scott, escritor (poliomielite)
Whoopy Goldberg, atriz de cinema (dislexia)
Wilma Mankiller, (distrofia muscular)
Wilma Rudolph, (síndrome post polio)
William Hickling Prescott, historiador (cegueira)
Winston Churchill, estadista (dislexia)
Woodrow Wilson, estadista (dislexia)