sábado, 24 de março de 2012

Alunos com baixa visão

ATENDIMENTO AO ALUNO COM BAIXA VISÃO




Atendendo a pedidos trouxe algumas sugestões para pais, professores e outras pessoas que convivem com a criança de baixa visão na idade escolar:


- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).
- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).
- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.
- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.
- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.
- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.
- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.
- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.
- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.
- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.
- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.
- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.
- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.
- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.

OBS: Não se deve assumir total responsabilidade pela criança com baixa visão fazendo tudo por ela e evitando que ela se canse e se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.

NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO

Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). (K.José et al). Os meios para que se consiga esta melhora são:
- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);
- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.


CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO

- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);
- Uso de maiúsculas;
- Usar o tipo (letra) Arial;
- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);
- Usar entrelinhas e espaços;
- Cor do papel e tinta (contraste).


FORMAS DE AMPLIAÇÃO

- Fotocopiadora;
- Computador;
- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.


MATERIAIS

- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;
- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;
- Suporte para livros;
- Guia para leitura;
- Luminária com braços ajustáveis.


MAIS SUGESTÕES

Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).





Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se encadernar um maço de sulfite, colocar uma capa e traçar as linhas, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno como neste caso, 5 cm. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.





Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis em papel para que o aluno cole as letras, formando palavras, ao invés de escrever.





Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do carderno para que este possa ficar mais elevado.





O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vaiaprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores.





O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.





Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.





OBS: Não se deve apresentar aleatóriamente o tamanho das letras para uma criança com baixa visão. O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar a

Plano de aula para alunos com,D.V e D.A

PLANOS DE AULA PARA ALUNOS COM NEE

Blog de educarte :EDUCARTE, PLANOS DE AULA PARA ALUNOS COM NEE
PLANO DE AULA INCLUSIVO  - DEFICIÊNCIA VISUAL
TEMA DA AULA: MEIO AMBIENTE
•1.      Objetivos da Aula - Reconhecer a importância das minhocas para a terra e a contribuição da mesma para manutenção de um solo produtivo para o plantio.
•2.      Conteúdos - Preservação do solo como meio produtivo para o plantio.
•3.      Materiais Didáticos - Um aquário ou garrafa pet sem gargalo e transparente, areia, terra, esterco animal (pequena quantidade), água, saco de lixo preto, minhoca de diferentes tamanhos. 
•4.      Materiais Didáticos Adaptados - Máquina de escrita Braile para o registro das observações e vídeo com áudio.
•5.      Descrição dos Procedimentos Didáticos para o Desenvolvimento da Aula
•5.1  Organização da sala de aula e disposição dos alunos - A atividade será realizada no pátio externo da escola devido à manipulação de materiais que podem sujar muito a sala, porém, o início se dará na sala de aula no que diz respeito às orientações para organizar a arrecadação dos recursos necessários.
•5.2  Procedimentos para iniciar a aula - Conversar com os alunos em sala de aula sobre a importância da minhoca no ambiente, para a fertilização e recuperação do solo. Apresentar um vídeo sobre o assunto e ao final apresentar um texto simples sobre a importância e a função da minhoca para o solo.
TEXTO: "A minhoca alimenta-se de restos de vegetais e animais mortos, reciclando a matéria orgânica, liberando o adubo (húmus) no final de sua digestão. Esse adubo é rico em nutrientes. Outro benefício ao solo é a movimentação da minhoca, através de túneis que arejam o solo (misturando as camadas mais profundas com as superficiais)"
Solicitar aos alunos, os materiais necessários para a montagem de um minhocário.
•5.3  Desenvolvimento da aula - Montagem do minhocário: colocar no fundo do recipiente transparente a terra, em seguida a areia, o esterco, a terra novamente e assim intercalando todo material finalizando com o esterco. Colocar as minhocas e cobrir com o saco plástico preto.
Durante a montagem do minhocário os alunos estarão colocando nas mãos dos alunos com NEE - Visual os materiais e citando o nome para que possam manipular sabendo o nome de cada um.
É fundamental estimular o respeito e a valorização mútua entre os alunos e promover estratégias que fomentem cooperação e solidariedade, no lugar de competitividade. Os alunos devem reconhecer o potencial de seus colegas e valorizá-los como pessoas únicas. Para conseguir interações positivas, é preciso estabelecer canais de comunicação nos quais os alunos possam se expressar e se conhecer. (DUK, 2005, p. 182).
•5.4  Finalização da aula - Ao final serão dadas orientações sobre a manutenção diária do minhocário (para os alunos com NEE - Visual será entregue uma cartilha em braile), sobre a observação e o registro do processo (escrito em braile) que poderá ser feito em forma de representação (desenho) pelos outros alunos.
•6.      Síntese das Adaptações Realizadas para Alunos com NEE
Para que alunos com deficiência visual possam participar desta atividade, ao longo da discussão sobre o assunto será necessário exibir imagens com áudio e fazer com que o aluno também anote suas impressões com auxílio de uma máquina braile. O texto deverá ser entregue em braile. O estudante com deficiência visual também poderá acessar a Internet para pesquisa da sala de recursos, no contra turno. Há softwares especializados para garantir a acessibilidade dos cegos à rede. O aluno cego poderá se inteirar do processo de montagem através do tato e olfato e também na forma de um programa de rádio, por exemplo, quando outros alunos podem narrar todo o processo para que o aluno cego perceba exatamente como o mesmo se dá.
•7.      Justificativas para as Adaptações Realizadas Embasadas nos Textos Recomendados Sobre Aulas Inclusivas e Caracterização da Deficiência.
A educação inclusiva, sustentada pela política educacional, pressupõe que,
"[...] o aluno com necessidades especiais deve ter a possibilidade de freqüentar a escola regular, participando de todas as atividades [...] um dos pressupostos básicos dessa proposta é a necessidade de adaptações no ensino que promovam desafios constantes a todos os alunos e favoreçam seu pleno desenvolvimento social e cognitivo." (GLAT, 2007,p. 106)
No entanto, é preciso que a escola se respalde quanto à oferta de adaptações e suportes para os alunos NE, entendendo que os alunos NE em sua maioria necessitam de tais adaptações para que o ensino-aprendizagem se torne relevante.
A deficiência visual tem dois grupos de condições distintas: cegueira e baixa visão. Em todas estas condições são necessárias adaptações no ensino regular respeitando sua situação real enquanto aluno.
Para o aluno NE Visual a socialização com os alunos é de extrema ajuda e contribuição no que diz respeito às trocas de informações que não devem ficar no nível professor-aluno surdo. Por exemplo, colocar um aluno ouvinte sentado junto e a frente a um aluno surdo para que possam se comunicar ou ainda desenvolver atividades que favoreçam a formação de pequenos grupos chamada tutoria por pares. Segundo Duk (2005) é de suma importância fazer o uso de estratégias de aprendizagem cooperativa - apoio criança-criança:
É fato comprovado à sociedade que as crianças não aprendem apenas com o professor (a), mas também com as outras crianças. As estratégias de aprendizagem cooperativa têm efeitos positivos no rendimento escolar, na auto-estima, nas relações sociais e no desenvolvimento pessoal. A utilização deste tipo de técnica pressupõe uma grande ajuda para o professor (a), por facilitar trabalho autônomo dos alunos (a)s, permitindo-lhe dedicar mais atenção àqueles que dela mais necessitam. (p. 176)
As adaptações devem ser contínuas e o professor deve assumir a responsabilidade de "desvelar os meios que assegurem a construção do conhecimento, favorecendo assim, o seu acesso ao currículo". (GLAT, 2007, p. 110)
Os alunos surdos necessitam de adaptações como professor intérprete presente regularmente na sala de aula, o que não deve anular a referência, o contato professor titular-aluno surdo; que o professor titular utilize de estratégias que alcancem suas necessidades como, por exemplo, o uso de frases completas e pausadas, sem muita movimentação do corpo e de forma que o aluno surdo tenha completa visão do rosto do professor; usar a escrita no quadro; alternar as atividades verbais com as motoras de forma que diminua o cansaço da atenção fixa no professor entre outras que forem identificadas pelo professor durante o processo ensino-aprendizagem.
Referência 
 DUK, Cynthia (org.). Educar na diversidade: material de formação docente. Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005 - P. 172-186
FONTES, R. S.; PLETSCH, M. D.; BRAUN, P.; GLAT, R. Estratégias pedagógicas para a inclusão de alunos com deficiência mental no ensino regular. IN: GLAT, Rosana (org.).Educação Inclusiva: cultura e cotidiano escolar. - Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007.


PLANO DE AULA INCLUSIVO - DEFICIÊNCIA AUDITIVA
TEMA DA AULA: MEIO AMBIENTE
•1.      Objetivos da Aula - Reconhecer a importância das minhocas para a terra e a contribuição da mesma para manutenção de um solo produtivo para o plantio.
•2.      Conteúdos - Preservação do solo como meio produtivo para o plantio.
•3.      Materiais Didáticos - Um aquário ou garrafa pet sem gargalo e transparente, areia, terra, esterco animal (pequena quantidade), água, saco de lixo preto, minhoca de diferentes tamanhos.
•4.      Materiais Didáticos Adaptados - Vídeo com LEGENDA e cartazes com imagens sobre a montagem do minhocário.
•5.      Descrição dos Procedimentos Didáticos para o Desenvolvimento da Aula
•5.1  Organização da sala de aula e disposição dos alunos - A atividade será realizada no pátio externo da escola devido à manipulação de materiais que podem sujar muito a sala, porém, o início se dará na sala de aula no que diz respeito às orientações para organizar a arrecadação dos recursos necessários.
•5.2  Procedimentos para iniciar a aula - Conversar com os alunos em sala de aula sobre a importância da minhoca no ambiente, para a fertilização e recuperação do solo. Apresentar um vídeo LEGENDADO sobre o assunto e ao final apresentar um texto simples sobre a importância e a função da minhoca para o solo.
TEXTO: "A minhoca alimenta-se de restos de vegetais e animais mortos, reciclando a matéria orgânica, liberando o adubo (húmus) no final de sua digestão. Esse adubo é rico em nutrientes. Outro benefício ao solo é a movimentação da minhoca, através de túneis que arejam o solo (misturando as camadas mais profundas com as superficiais)"
Solicitar aos alunos, que se unam em grupos para trazerem os materiais necessários para a montagem de um minhocário e os alunos com surdez deverão ser integrados nesses grupos para participarem ativamente da atividade.
•5.3  Desenvolvimento da aula - Montagem do minhocário: colocar no fundo do recipiente transparente a terra, em seguida a areia, o esterco, a terra novamente e assim intercalando todo material finalizando com o esterco. Colocar as minhocas e cobrir com o saco plástico preto.
Durante a montagem do minhocário conforme cada passo da montagem do minhocário for se desenvolvendo os alunos com NEE - Auditivo serão informados através da intérprete e das imagens em cartaz o nome de cada material e como deve ser montado.
•5.4  Finalização da aula - Ao final serão dadas orientações sobre a manutenção diária do minhocário (para os alunos com NEE - Auditivo será entregue uma cartilha), e orientações sobre a observação e o registro do processo que poderá ser feito em forma de representação (desenho) por todos os alunos.
•6.      Síntese das Adaptações Realizadas para Alunos com NEE
Para que alunos com deficiência auditiva possam participar desta atividade, ao longo da discussão sobre o assunto será necessário exibir imagens com legendas. O estudante com deficiência auditiva também poderá acessar a Internet para pesquisa da sala de recursos, no contra turno. E também poderá se inteirar do processo de montagem através do intérprete, das imagens nos cartazes apontando cada etapa e da cartilha e também com a ajuda dos alunos ouvintes.
•7.      Justificativas para as Adaptações Realizadas Embasadas nos Textos Recomendados Sobre Aulas Inclusivas e Caracterização da Deficiência.
A educação inclusiva, sustentada pela política educacional, pressupõe que,
"[...] o aluno com necessidades especiais deve ter a possibilidade de freqüentar a escola regular, participando de todas as atividades [...] um dos pressupostos básicos dessa proposta é a necessidade de adaptações no ensino que promovam desafios constantes a todos os alunos e favoreçam seu pleno desenvolvimento social e cognitivo." (GLAT, 2007,p. 106)
No entanto, é preciso que a escola se respalde quanto à oferta de adaptações e suportes para os alunos NE, entendendo que os alunos NE em sua maioria necessitam de tais adaptações para que o ensino-aprendizagem se torne relevante.
O aluno surdo pode ter surdez leve, moderada, severa ou ainda profunda. Em todos estes níveis de surdez são necessárias adaptações no ensino regular respeitando sua situação real enquanto aluno.
Para o aluno NE Auditivo a socialização com os alunos ouvintes é de extrema ajuda e contribuição no que diz respeito às trocas de informações que não devem ficar no nível professor-aluno surdo. Por exemplo, colocar um aluno ouvinte sentado junto e a frente a um aluno surdo para que possam se comunicar ou ainda desenvolver atividades que favoreçam a formação de pequenos grupos chamada tutoria por pares. Segundo Duk ( 2005) é de suma importância fazer o uso de estratégias de aprendizagem cooperativa - apoio criança-criança:
É fato comprovado à sociedade que as crianças não aprendem apenas com o professor (a), mas também com as outras crianças. As estratégias de aprendizagem cooperativa têm efeitos positivos no rendimento escolar, na auto-estima, nas relações sociais e no desenvolvimento pessoal. A utilização deste tipo de técnica pressupõe uma grande ajuda para o professor (a), por facilitar trabalho autônomo dos alunos (a)s, permitindo-lhe dedicar mais atenção àqueles que dela mais necessitam. (p. 176)
As adaptações devem ser contínuas e o professor deve assumir a responsabilidade de "desvelar os meios que assegurem a construção do conhecimento, favorecendo assim, o seu acesso ao currículo". (GLAT, 2007, p. 110)
Os alunos surdos necessitam de adaptações como professor intérprete presente regularmente na sala de aula, o que não deve anular a referência, o contato professor titular-aluno surdo; que o professor titular utilize de estratégias que alcancem suas necessidades como, por exemplo, o uso de frases completas e pausadas, sem muita movimentação do corpo e de forma que o aluno surdo tenha completa visão do rosto do professor; usar a escrita no quadro; alternar as atividades verbais com as motoras de forma que diminua o cansaço da atenção fixa no professor entre outras que forem identificadas pelo professor durante o processo ensino-aprendizagem.
Referência
DUK, Cynthia (org.). Educar na diversidade: material de formação docente. Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005 - P. 172-186

FONTES, R. S.; PLETSCH, M. D.; BRAUN, P.; GLAT, R. Estratégias pedagógicas para a inclusão de alunos com deficiência mental no ensino regular. IN: GLAT, Rosana (org.).Educação Inclusiva: cultura e cotidiano escolar. - Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007.

Plano de aula para D.I (Dificuldade na aprendizagem)

Plano de Aula - Educação Inclusiva–3º Ano–Séries Iniciais

inclusão
                                                   (  imagem:http://ww.sorribauru.com.br)

Flexibilizando as ações pedagógicas, dentro da adaptação curricular do aluno com necessidades educacionais especiais (DI), trabalhando com os    conteúdos curriculares do 3º Ano, Língua Portuguesa.
Antes do professor planejar as atividades curriculares que estão na Adaptação Curricular é preciso: 
saber quais são: as potencialidades e interesses do aluno; as funções motoras; expressão oral e escrita; raciocínio lógico matemático; funcionamento cognitivo; afetividade (comportamento e interação social); ambiente familiar. Informações que poderão receber das professoras especialistas.(sala de recursos) 
Esta aula foi planejada para uma turma  inclusiva de 3º ano - séries iniciais – de uma escola pública da periferia do Distrito Federal, provenientes de famílias, em sua maioria, de baixa renda, culturalmente pobres, pouco estimulados e sujeitos á todas as influencias deste meio. 


Perfil do ANEE (incluído  nesta turma )
O aluno apresenta dificuldades acentuadas de aprendizagem, no  desenvolvimento motor, comprometimento na linguagem oral,e desenvolvimento global. Atraso no desenvolvimento neuromotor e retardo mental, sequelas do Hipotiroidismo Congênito.O aluno cursa o 3º Ano , se encontra  no nível da psicogênese  pré-silábico. Apresenta dificuldades na coordenação motora, não identifica número e nem quantifica. Identifica as cores primárias. Apresenta resistência em atender comandos e seguir regra.Vem de uma família permeada de conflitos, o pai é presidiário, e o aluno é negligenciado em suas necessidades básicas.O aluno demonstra afetividade e gostar da escola. O que desperta o seu interesse são jogos, computador, música, dança e atividades lúdicas.


Plano de Aula -Ensino Fundamental  - Séries Iniciais  -Literatura Infantil



              ReescDSC01272ritas do conto “A Bela Adormecida” 
      A leitura de uma história dos clássicos     infantis é uma importante atividade para a formação de habilidade e competência na escrita e na leitura.


             Objetivos
· Perceber as variações entre o imaginário e o mundo  real por meio de textos literários (verbal ou não verbal)
          Identificar os diversos estilos de linguagem escrita. DSC01273 
· Ampliar os conhecimentos sobre a escrita, avançando em suas hipóteses. 
· Produzir a reescrita de um conto. 
                                                         Conteúdos 
_ Conhecer a morfologia das palavras em situações de uso da escrita. 
- Leitura e reescrita de contos. 
-Esquema corporal e expressão artísticas. 
                                                          Duração
Atividades pedagógicas curriculares através de Leitura, Escrita e Reescrita de Contos da Literatura Infantil podem ser aproveitadas por um bimestre, em que o professor vai diversificar as atividades usando diversos livros da literatura infantil ( os clássicos).
                                                         Ano –  3º ano 

                                                         Material   
Cartolina, lápis, cadernos e material para desenho (folhas, lápis de cor, canetas, tintas, entre outros).


Material para flexibilização das atividades para atender aluno com Deficiência Intelectual:


Impressos: imagens, palavras cruzadas, quebra-cabeça. jogo da memória, material concreto, numerais e atividades de escrita; cálculo matémático; gravuras, música para dramatização, fantoches, massa para modelar. 
Livro – Literatura Infanto-juvenil (Clássico) - A Bela Adormecida



Flexibilização de conteúdos e materias didáticos


DSC01274   DSC01277


1-Trabalhar com fichas literárias usando gravuras (recorte de impressos dos personagens, nome do autor...) ou desenhos .

2-Para apresentar as personagens desta história pode ser usado reprodução dos personagens com massa de modelar (construídos pelos alunos), ou através de fantoches e recontá-la junto com os colegas, ou  de um gravador, gravar um vídeo…. Na reescrita podem fazer duplas.

3- Imagens de gravuras para serem usadas no reconhecimento da morfologia das palavras: mesmo som no inicio e no final.

4- interdisciplinando – matemática: material concreto (objetos, tampinhas, bonequinhos, grãos – (coordenação motora fina) quantificação, números e impressos para atividades escritas.


* Veja no final desta postagem um vídeo onde Marcelo Xavier ensina a técnica de  bonecos de massinha.

                                                  Desenvolvimento



1ª Etapa 
Escolhido o livro “A Bela Adormecida”, (uma edição que tenha imagens grandes e textos menores), faça a leitura usando todos os recursos para prender a atenção dos alunos e não se esquecendo de se deter junto ao seu aluno DI, para que ele e  todos acompanhem  o desenrolar da trama. Use entonações e expressões corporais de: de tranquilidade, surpresa, alegria, suspense, tristeza, medo... E se posicione ora como o narrador, ora como o personagem, de acordo com a sequência dos acontecimentos relatados. Após a leitura de cada página, mostre as gravuras e dê atenção especial, individualizada e lenta ao ANEE ( para que ele tenha tempo de de correlacionar o que ouviu com as imagem). 


2ª Etapa -  Enriquecendo o vocabulário 
Releia trechos dos livros que contenha palavras que você sabe não serem  conhecidas e usadas no cotidiano da turma, (mas pergunte quem sabe o significado), contextualizando, enriqueça o vocabulário para melhor compreensão do que foi lido. 


3ª Etapa – Reescrita Coletiva 
Após provocar comentários sobre o texto lido, e levantar questões sobre o real e o imaginário, comparando sentimentos e ações na vida real, estimule os alunos a recontar o conto que acabaram de ouvir e escreva a história na lousa, tal qual for ditada pela turma. Em seguida, faça uma primeira revisão coletiva, orientando os alunos caso tenham esquecido algum acontecimento ou dado importante. Estimule a participação do ANEE fazendo perguntas sobre o texto, para que ele possa desenvolver a oralidade e participar da atividade. Se for necessário, recorra ao texto original, lendo-o novamente para a turma. Garantida a escrita com o conteúdo essencial da história, façam juntos uma leitura coletiva. 


4ª etapa- 
Identificação do livro – comunicação através  literatura – uso da palavra escrita 
Explorando com os alunos todo o conteúdo do livro, faça na lousa uma ficha literária, em um segundo momento todos farão a ficha individual(impresso), caso não tenha muitos alunos alfabéticos, deixe que façam em duplas, um alfabético que escreva e outro (pré-silabico) que participe respondendo: 


Título do Livro
Autor
Ilustração


Personagens Principais
Onde aconteceu
Quando (em que tempo)


Parte que mais gostei
Essa história pode acontecer na vida real?
Nome do aluno-
Turma – Série/Ano
Data


Na ficha individual ou em dupla, peça que façam no verso  própria ilustração.
Flexibilização desta Atividade para o aluno com Deficiência Intelectual
(leve impressos ( caso ele não domine a escrita): títulos, nomes do autor, do ilustrador, e imagens dos personagens – tempo,ele vai desenhar da forma que interpretou: dia/noite, mês/ano…), na parte que mais gostou peça que faça o desenho.

                    Modelo de Ficha Literária – adaptada ( com ilustrações,recortes e colagens)

Título do Livroa
Nome do Autor

Charles Perrault

IlustraçãoStudio Belle


Personagens Principais
aa
Onde aconteceucastelo
Quando (em que tempo)sol


Parte que mais gostei
3
Pode acontecer na realidade?Sim Menina ou Não
Nome do aluno-JOSÉ
Turma – Série/Ano3º ANO
Data29 DE FEVEREIO  DE 2012
* é muito importante o aluno identificar,(o professor pode ajudar) procurando no  texto palavras que indiquem tempo e espaço – para desenvolvimento da escrita.
 Na ficha individual peça ao aluno que faça  no verso a sua própria ilustração. 


5ª Etapa
Reescrita em duplas: quem escreve é o aluno que já está alfabético. Proponha uma segunda reescrita do conto escolhido, agora pelos próprios alunos. A atividade deve incluir aqueles que ainda não escrevem alfabeticamente, basta que tenham como dupla colegas que já o fazem.Dessa forma acontecerá com seu aluno DI, que terá como o colega que vai escrever, aquele com quem tem mais afinidade, na sala.
Recolha as produções e transcreva-as no computador e leve para as aulas seguintes para serem  revisadas novamente e trabalhados os conteúdos curriculares planejados: como a   construção morfológica das palavras previstas para serem trabalhadas, no avanço das hipóteses dos níveis da psicogênese.
Veja os materiais que podem ser usados nesta aula:
DSC01280    DSC01286
Quebra-cabeça com e sem encaixe- aumentando o nível de dificuldade.


DSC01283       DSC01285-números e quantidades- 
coordenação motora: recortar nas linhas que circundam a gravura- trabalhar as formas geométricas
Dentro das atividades que terão continuidade após a produção pronta e revisada com as duplas, há um trabalho paralelo com com o seu aluno DI, dentro das necessidades de avançar nas suas necessidades (que o professor já identifica): atenção, concentração, desenvolvimento da coordenação motora fina, raciocínio lógico matemático, identificação e discriminação de cores, formas geométricas, números e quantidades, traçado das letras… 
DSC01289               DSC01293 Palavras com som incial e final(sempre relacionada ás gravuras, para o aluno perceber que a escrita é um meio de representar a fala)   
]DSC01292  DSC01271
palavras – sons iniciais         localização espacial – sempre com material concreto
DSC01276       DSC01277    A bruxinha – para o aluno manusear
DSC01282“Preguiçinha”- de onde sai uma ficha com o nome do personagem (ou a palavra que vai ser trabalhada).  Sugestão: trabalhar o alfabeto, a letra...         DSC01280
  Impressos: matemática(registro)         


 Alfabeto móvel, objetos , formas geométricas, cores…
Este plano de aula mostra como trabalhar as necessidades do aluno especial dentro da adaptação curricular e dentro dos conteúdos trabalhados na série cursada visando o avanço  na hipótese, no desenvolvimento motor, na compreensão da aquisição da escrita/leitura, dentro da aquisição das habilidades e competências que, embora em um ritmo mais lento, estará realmente incluído na série cursada.

Vídeo – Técnica de construção de bonecos em massinha e depois fotografados: por Marcelo Xavier


                                                    Avaliação
Através de observações do desempenho nas atividades propostas: avanço na hipótese (novo teste da psicogênese), atenção, concentração, coordenação motora, percepção, memória, discriminação, cálculo mental e as dificuldades á serem trabalhadas, que constitui uma das finalidades da avaliação ( não somente o que avançou nos seus processos cognitivos).




Por Júlia Virginia de Moura - Pedagoga




Veja na próxima postagem o vídeo da apresentação desta aula aos professores da Escola Classe 02 do Arapoanga- Coordenação Coletiva - Planallina-DF,.




 Referências:


  • Novo Currículo da Educação Básica - Lingua Portuguesa - 3º Ano - Séries Iniciais
  • Curso de Massinhas  - Marcelo Xavier - ondequando.com
  • Gomes, Adriana Lima Verde Paulin, Jean-Robert  Figueiredo, Rita Vieira de  "O Atendimento Educacional Especializado para Alunos Com Deficiência Intelectual "– Ministério da Educação – SEE- Universidade Federal do Ceará-/201  




Plano de Aula - Educação Inclusiva–3º Ano–Séries Iniciais

inclusão
                                                   (  imagem:http://ww.sorribauru.com.br)

Flexibilizando as ações pedagógicas, dentro da adaptação curricular do aluno com necessidades educacionais especiais (DI), trabalhando com os    conteúdos curriculares do 3º Ano, Língua Portuguesa.
Antes do professor planejar as atividades curriculares que estão na Adaptação Curricular é preciso: 
saber quais são: as potencialidades e interesses do aluno; as funções motoras; expressão oral e escrita; raciocínio lógico matemático; funcionamento cognitivo; afetividade (comportamento e interação social); ambiente familiar. Informações que poderão receber das professoras especialistas.(sala de recursos) 
Esta aula foi planejada para uma turma  inclusiva de 3º ano - séries iniciais – de uma escola pública da periferia do Distrito Federal, provenientes de famílias, em sua maioria, de baixa renda, culturalmente pobres, pouco estimulados e sujeitos á todas as influencias deste meio. 


Perfil do ANEE (incluído  nesta turma )
O aluno apresenta dificuldades acentuadas de aprendizagem, no  desenvolvimento motor, comprometimento na linguagem oral,e desenvolvimento global. Atraso no desenvolvimento neuromotor e retardo mental, sequelas do Hipotiroidismo Congênito.O aluno cursa o 3º Ano , se encontra  no nível da psicogênese  pré-silábico. Apresenta dificuldades na coordenação motora, não identifica número e nem quantifica. Identifica as cores primárias. Apresenta resistência em atender comandos e seguir regra.Vem de uma família permeada de conflitos, o pai é presidiário, e o aluno é negligenciado em suas necessidades básicas.O aluno demonstra afetividade e gostar da escola. O que desperta o seu interesse são jogos, computador, música, dança e atividades lúdicas.


Plano de Aula -Ensino Fundamental  - Séries Iniciais  -Literatura Infantil



              ReescDSC01272ritas do conto “A Bela Adormecida” 
      A leitura de uma história dos clássicos     infantis é uma importante atividade para a formação de habilidade e competência na escrita e na leitura.


             Objetivos
· Perceber as variações entre o imaginário e o mundo  real por meio de textos literários (verbal ou não verbal)
          Identificar os diversos estilos de linguagem escrita. DSC01273 
· Ampliar os conhecimentos sobre a escrita, avançando em suas hipóteses. 
· Produzir a reescrita de um conto. 
                                                         Conteúdos 
_ Conhecer a morfologia das palavras em situações de uso da escrita. 
- Leitura e reescrita de contos. 
-Esquema corporal e expressão artísticas. 
                                                          Duração
Atividades pedagógicas curriculares através de Leitura, Escrita e Reescrita de Contos da Literatura Infantil podem ser aproveitadas por um bimestre, em que o professor vai diversificar as atividades usando diversos livros da literatura infantil ( os clássicos).
                                                         Ano –  3º ano 

                                                         Material   
Cartolina, lápis, cadernos e material para desenho (folhas, lápis de cor, canetas, tintas, entre outros).


Material para flexibilização das atividades para atender aluno com Deficiência Intelectual:


Impressos: imagens, palavras cruzadas, quebra-cabeça. jogo da memória, material concreto, numerais e atividades de escrita; cálculo matémático; gravuras, música para dramatização, fantoches, massa para modelar. 
Livro – Literatura Infanto-juvenil (Clássico) - A Bela Adormecida



Flexibilização de conteúdos e materias didáticos


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1-Trabalhar com fichas literárias usando gravuras (recorte de impressos dos personagens, nome do autor...) ou desenhos .

2-Para apresentar as personagens desta história pode ser usado reprodução dos personagens com massa de modelar (construídos pelos alunos), ou através de fantoches e recontá-la junto com os colegas, ou  de um gravador, gravar um vídeo…. Na reescrita podem fazer duplas.

3- Imagens de gravuras para serem usadas no reconhecimento da morfologia das palavras: mesmo som no inicio e no final.

4- interdisciplinando – matemática: material concreto (objetos, tampinhas, bonequinhos, grãos – (coordenação motora fina) quantificação, números e impressos para atividades escritas.


* Veja no final desta postagem um vídeo onde Marcelo Xavier ensina a técnica de  bonecos de massinha.

                                                  Desenvolvimento



1ª Etapa 
Escolhido o livro “A Bela Adormecida”, (uma edição que tenha imagens grandes e textos menores), faça a leitura usando todos os recursos para prender a atenção dos alunos e não se esquecendo de se deter junto ao seu aluno DI, para que ele e  todos acompanhem  o desenrolar da trama. Use entonações e expressões corporais de: de tranquilidade, surpresa, alegria, suspense, tristeza, medo... E se posicione ora como o narrador, ora como o personagem, de acordo com a sequência dos acontecimentos relatados. Após a leitura de cada página, mostre as gravuras e dê atenção especial, individualizada e lenta ao ANEE ( para que ele tenha tempo de de correlacionar o que ouviu com as imagem). 


2ª Etapa -  Enriquecendo o vocabulário 
Releia trechos dos livros que contenha palavras que você sabe não serem  conhecidas e usadas no cotidiano da turma, (mas pergunte quem sabe o significado), contextualizando, enriqueça o vocabulário para melhor compreensão do que foi lido. 


3ª Etapa – Reescrita Coletiva 
Após provocar comentários sobre o texto lido, e levantar questões sobre o real e o imaginário, comparando sentimentos e ações na vida real, estimule os alunos a recontar o conto que acabaram de ouvir e escreva a história na lousa, tal qual for ditada pela turma. Em seguida, faça uma primeira revisão coletiva, orientando os alunos caso tenham esquecido algum acontecimento ou dado importante. Estimule a participação do ANEE fazendo perguntas sobre o texto, para que ele possa desenvolver a oralidade e participar da atividade. Se for necessário, recorra ao texto original, lendo-o novamente para a turma. Garantida a escrita com o conteúdo essencial da história, façam juntos uma leitura coletiva. 


4ª etapa- 
Identificação do livro – comunicação através  literatura – uso da palavra escrita 
Explorando com os alunos todo o conteúdo do livro, faça na lousa uma ficha literária, em um segundo momento todos farão a ficha individual(impresso), caso não tenha muitos alunos alfabéticos, deixe que façam em duplas, um alfabético que escreva e outro (pré-silabico) que participe respondendo: 


Título do Livro
Autor
Ilustração


Personagens Principais
Onde aconteceu
Quando (em que tempo)


Parte que mais gostei
Essa história pode acontecer na vida real?
Nome do aluno-
Turma – Série/Ano
Data


Na ficha individual ou em dupla, peça que façam no verso  própria ilustração.
Flexibilização desta Atividade para o aluno com Deficiência Intelectual
(leve impressos ( caso ele não domine a escrita): títulos, nomes do autor, do ilustrador, e imagens dos personagens – tempo,ele vai desenhar da forma que interpretou: dia/noite, mês/ano…), na parte que mais gostou peça que faça o desenho.

                    Modelo de Ficha Literária – adaptada ( com ilustrações,recortes e colagens)

Título do Livroa
Nome do Autor

Charles Perrault

IlustraçãoStudio Belle


Personagens Principais
aa
Onde aconteceucastelo
Quando (em que tempo)sol


Parte que mais gostei
3
Pode acontecer na realidade?Sim Menina ou Não
Nome do aluno-JOSÉ
Turma – Série/Ano3º ANO
Data29 DE FEVEREIO  DE 2012
* é muito importante o aluno identificar,(o professor pode ajudar) procurando no  texto palavras que indiquem tempo e espaço – para desenvolvimento da escrita.
 Na ficha individual peça ao aluno que faça  no verso a sua própria ilustração. 


5ª Etapa
Reescrita em duplas: quem escreve é o aluno que já está alfabético. Proponha uma segunda reescrita do conto escolhido, agora pelos próprios alunos. A atividade deve incluir aqueles que ainda não escrevem alfabeticamente, basta que tenham como dupla colegas que já o fazem.Dessa forma acontecerá com seu aluno DI, que terá como o colega que vai escrever, aquele com quem tem mais afinidade, na sala.
Recolha as produções e transcreva-as no computador e leve para as aulas seguintes para serem  revisadas novamente e trabalhados os conteúdos curriculares planejados: como a   construção morfológica das palavras previstas para serem trabalhadas, no avanço das hipóteses dos níveis da psicogênese.
Veja os materiais que podem ser usados nesta aula:
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Quebra-cabeça com e sem encaixe- aumentando o nível de dificuldade.


DSC01283       DSC01285-números e quantidades- 
coordenação motora: recortar nas linhas que circundam a gravura- trabalhar as formas geométricas
Dentro das atividades que terão continuidade após a produção pronta e revisada com as duplas, há um trabalho paralelo com com o seu aluno DI, dentro das necessidades de avançar nas suas necessidades (que o professor já identifica): atenção, concentração, desenvolvimento da coordenação motora fina, raciocínio lógico matemático, identificação e discriminação de cores, formas geométricas, números e quantidades, traçado das letras… 
DSC01289               DSC01293 Palavras com som incial e final(sempre relacionada ás gravuras, para o aluno perceber que a escrita é um meio de representar a fala)   
]DSC01292  DSC01271
palavras – sons iniciais         localização espacial – sempre com material concreto
DSC01276       DSC01277    A bruxinha – para o aluno manusear
DSC01282“Preguiçinha”- de onde sai uma ficha com o nome do personagem (ou a palavra que vai ser trabalhada).  Sugestão: trabalhar o alfabeto, a letra...         DSC01280
  Impressos: matemática(registro)         


 Alfabeto móvel, objetos , formas geométricas, cores…
Este plano de aula mostra como trabalhar as necessidades do aluno especial dentro da adaptação curricular e dentro dos conteúdos trabalhados na série cursada visando o avanço  na hipótese, no desenvolvimento motor, na compreensão da aquisição da escrita/leitura, dentro da aquisição das habilidades e competências que, embora em um ritmo mais lento, estará realmente incluído na série cursada.

Vídeo – Técnica de construção de bonecos em massinha e depois fotografados: por Marcelo Xavier


                                                    Avaliação
Através de observações do desempenho nas atividades propostas: avanço na hipótese (novo teste da psicogênese), atenção, concentração, coordenação motora, percepção, memória, discriminação, cálculo mental e as dificuldades á serem trabalhadas, que constitui uma das finalidades da avaliação ( não somente o que avançou nos seus processos cognitivos).




Por Júlia Virginia de Moura - Pedagoga




Veja na próxima postagem o vídeo da apresentação desta aula aos professores da Escola Classe 02 do Arapoanga- Coordenação Coletiva - Planallina-DF,.




 Referências:


  • Novo Currículo da Educação Básica - Lingua Portuguesa - 3º Ano - Séries Iniciais
  • Curso de Massinhas  - Marcelo Xavier - ondequando.com
  • Gomes, Adriana Lima Verde Paulin, Jean-Robert  Figueiredo, Rita Vieira de  "O Atendimento Educacional Especializado para Alunos Com Deficiência Intelectual "– Ministério da Educação – SEE- Universidade Federal do Ceará-/201